
Artigo de Luiz Tiago
Particularmente noto que designers e desenvolvedores gostam de exagerar na defesa de alguns pontos de usabilidade em meio a alguma discussão sobre determinada teoria.
Termos como “pular na cara do usuário”, “frustrar”, “gritar”, entre outros são comuns nestas conversas, aumentando bastante o problema apresentado apenas para melhorar a sua defesa. Apesar de eu estar neste meio, este não é o ponto principal deste artigo.
É realmente frustrante quando não conseguimos acessar determinada funcionalidade de um site por causa de um navegador ou sistema operacional que está sendo utilizado. Penso que isto não é uma opinião pessoal, e sim da maioria dos humanos. Com isto, irei explicar rapidamente um conceito meio antigo, porém pouco utilizado na realidade do nosso mundo virtual. Para entender melhor o que significa o Progressive Enhancement, ou Melhoria Progressiva, é preciso conhecer também o conceito de Graceful Degradation, ou Degradação Graciosa.
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Apesar de ainda não atender por completo às expectativas do mercado, o acesso à internet via banda larga no Brasil continua a crescer gradativamente, como mostram pesquisas recentes realizadas pela Cisco, trazendo assim boas perspectivas para quem trabalha com a produção de mídias digitais e interativas.
Diante deste cenário promissor, as agências digitais e os profissionais web precisam buscar conceitos e tecnologias que possam ajudá-los no desenvolvimento de projetos diferenciados. Dentre as soluções disponíveis, o motion graphics surge como uma boa opção.
“Sempre podemos recomendar seu uso, apenas devemos ter cuidado com o tipo de usuário que o projeto digital irá atingir. Ambientes que demandam uma busca rápida e direta de informação pelos usuários são casos onde o motion graphics deve ser explorado com bastante cuidado ou até não ser recomendado. Não existe um modelo ideal para a sua aplicação, mas todos são passíveis de utilização, desde que possamos explorar o uso da criatividade, a dinâmica dos movimentos e a capacidade de sensibilizar o usuário às novas experiências”, explica Marcelo Dias, sócio da Predominium Estúdios.
Este assunto, inclusive, foi tema de reportagem na edição impressa do mês outubro. Complementando os exemplos ali apresentados, os profissionais consultados na matéria indicam por aqui mais alguns projetos. Confira a lista:
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Inscrições vão até o dia 08/10
Ganhar reconhecimento e visibilidade para o seu portfólio, além da possibilidade de fisgar prêmios como dez mil reais, um netbook ou uma câmera digital.
Esses são alguns dos principais atrativos da sexta edição do Concurso Peixe Grande, que procura premiar os melhores projetos digitais desenvolvidos no país.
Quer participar? Pois então fique atento, pois amanhã, dia 08/10, se encerra o período de inscrições na premiação.
“Depois do prêmio recebi diversos convites tanto para projetos quanto para empregos. Era curioso como alguns profissionais gabaritados falavam comigo sobre o prêmio e me parabenizavam”, revela Marcio Bomfim, um dos vencedores da categoria freelancer da edição de 2005 e que atualmente trabalha como senior web designer na Opacity Design Group, no Canadá.
Podem participar deste concurso, agências digitais, profissionais freelancers e blogueiros. Os cases inscritos vão concorrer em duas classificações: Júri Popular e Júri Técnico. Para conferir mais detalhes sobre o prêmio, acesse www.peixegrande.com.br e boa sorte!
A Realidade Aumentada é o assunto em destaque na edição deste mês. Nela, procuramos apontar os principais desafios para sua aplicação na web, as transformações no design de interfaces e nos modelos de interatividade dos projetos.
Na última semana, profissionais brasileiros (Eduardo Malpeli, Daniel Roda e Alex Freitas), que fazem parte da equipe infografistas do jornal “O Estado de São Paulo”, disponibilizaram o EZFlar, uma espécie de gerador on-line automático da tecnologia.
Um detalhe interessante em sua concepção é que seu código-fonte é aberto. A seguir, confira mais detalhes sobre este projeto, no bate-papo que tivemos com Daniel Roda.
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